Ménage a Arthur Clark

Natal e pós-guerra, certamente são minhas épocas favoritas
Também são momentos para reflexões, ainda que esquisitas
É hora de deixar de lado todos os nossos maiores tormentos
Até o Bin Laden pode sair da caverna a qualquer momento

Vamos tentar nos esquecer da Mari, Frota, Bárbara e Papito
Símbolos da humanidade indo ladeira a baixo, rumo ao infinito
E da triste história das duas torres daquele paisinho superunido
(até agora ninguém conseguiu provar que eu estava envolvido)

Torçam para acontecer coisas boas durante o ano que vem
Como a Sandy dar um belo soco na mãe e no irmão também
Ou quem sabe o Jô Soares ficar completamente afônico
Uma vez que sua modéstia já atingiu um nível subatômico

Enfim, vamos deixar esse negócio de fazer poesia de lado
Já que todo mundo sabe bem que isso é coisa pra viado
Finalizando essa bobagem, quero dizer na língua do povo
Que é hora de desejar “FILÉS Natal e PRÓXIMO ano novo”