jumper, eua, 2008

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Elenco: Hayden Christensen, Samuel L. Jackson, Diane Lane, Jamie Bell, Rachel Bilson.
Direção: Doug Liman
Moleque sai pulando e Samuel L. Jackson sai pulando atrás.
PULE FORA!

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Elenco: Hayden Christensen, Samuel L. Jackson, Diane Lane, Jamie Bell, Rachel Bilson.
Direção: Doug Liman
Moleque sai pulando e Samuel L. Jackson sai pulando atrás.
PULE FORA!

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Ultimamente Robin Williams tem escolhido melhor os filmes que atua, ao contrário da época em que fazia coisa como Flubber e outras idiotices. De uns tempos pra cá, aparentemente vem se focando no seu lado “ator sério”. Segredos Na Noite é mais um dessa leva. Williams interpreta Gabriel Noone, um radialista que fica obcecado com a história de um garoto (ouvinte assíduo do programa) que sofreu abusos sexuais e que se encontra sobre a guarda de Donna Logand (Tony Collette). Depois de ter contato por telefone durante algum tempo, o radialista passa a desconfiar da identidade do garoto e aí começa o mistério.
A trama é interessante, mas o suspense não é tão grande assim. Por vezes, parece que o filme cairá num grande chavão (como gatos dando sustos ou Robin Williams é esquizofrênico e o garoto é invenção da sua cabeça) mas felizmente nada disso acontece. Com exceção da cena final, funcional mas um tanto quanto manjada. O problema do filme é apenas não empolgar um pouco mais, pois os atores e a história seguram.

Rating: 




O poster e o trailer enganam. O Labirinto do Fauno induz você a pensar que se trata de um filme de fantasia ou de terror puro e simples. Porém, em se tratando do mexicano Guillermo del Toro (Espinha do Diabo e Hellboy) dá para imaginar que não é um filme qualquer.
O Labirinto do Fauno é na verdade um filme sobre a guerra civil espanhola e sobre uma menina que vive num mundo imaginário (com toques de Frank Oz e de Clive Barker) que confronta com a dura realidade da repressão facista pós-guerra do general Franco. A magia do filme está no modo como as duas realidade estão intercaladas e como se encontram no final.
Melhor não falar muito. Bom mesmo é ver, se possível no cinema.

Rating: 




Dir: Martin Scorcese
Com: Leonardo DiCaprio, Jack Nicholson, Matt Damon
149 min
Welcome back Marty!!!
É verdade! Ele está de volta!
O novo filme de Martin Scorcese é bom baguarai! Esqueçam Gangues de Nova York ou o Aviador (que eu até gosto!) e corram para o cinema mais próximo de sua goma!
O elenco está afinadíssimo! Uma das qualidades de Scorcese é tirar grandes interpretações de seus atores. Nicholson, Wahlberg, DiCaprio estão fantásticos, e até Matt Damon segura a onda. Os Gangsters também voltaram, desta vez na máfia Irlandesa de Boston. O filme conta a história de dois policiais recém formados pela academia de Massachusetts. Origens parecidas, mesma missão, lados opostos. Um, Colin Sullivan (Damon), a mando do chefão da mafia Irlandesa Frank Costello (Nicholson), infiltra-se nas entranhas da força policial. O Outro, Billy Costigan (diCaprio), é recrutado pela policia para se tornar um informante, infiltrando-se no bando de Costello. O jogo de gato e rato se torna mais perigoso à medida que os dois lados vão se dando conta de que há um “traíra” entre eles. É uma tensão desgraçada e Scorcese trata esses dois mundos, e seus personagens, com profundidade e realismo (reparem, até os tiros soam mais verdadeiros!). (conta mais, vai…)

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Dir: Michael Mann
com: Collin Farrel, Jamie Foxx, Gong Li
134 min
Nada de crocodilo chamado Elvis. Nada de blazer em tom pastel e mangas arregaçadas (não foi o Clodovil que inventou essa moda?). Nada de Neons rosas e azuis prá tudo quanto é lado. E até a Ferrari Testarosa deu lugar a um modelo mais novo. Tudo isso se foi! Só sobrou o Mullet! Indestrutível, impávido, impermeável e indespenteável Mullet. Mesmo aquela camaradagem entre Sonny Crocket e Rico Tubbs parece ter esfriado. A sensação que fica é de que em algum momento, um deles acabou comendo a mulher do outro, rolou um stress, eles ficaram de mau, depois deram o dedinho, fizeram as pazes, mas ainda rola aquele desconforto.
Michael Mann, que apesar de ter sido produtor da série, parece meio perdido nesse revival. Aparentemente tentou dar um clima mais sombrio e sério à trama, o que realmente não colou. Personagens sem muito carisma, um roteiro super convencional, poucas sequências de ação, Miami meio que de escanteio, e elenco sem química nenhuma. Dá para assistir, não é um policial tão ruim assim, mas depois de Os Infiltrados é até covardia.

Rating: 




Direção: Terrence Malick
Com: Colin Farrell, Q’Orianka Kilcher.
Eu gosto de filmes e livros que falam de conquistas históricas e choques de culturas. Por outro lado desconfio muito do que Hollywood, com sua carga ideológica conservadora que tenta balancear com o politicamente correto retroativo, costuma fazer com os temas históricos. Geralment o espectador fica com o pior dos dois mundos. Assim, esperava de O Novo mundo que fosse um desses filmes certinhos e bobos. E o que aconteceu? Pocahontas aconteceu. É um filme de Pocahontas (que não menciona palavra Pocahontas). A estória do filme, por ser provavelmente fiel aos fatos, é cheia de idas e vindas e fica sem muito fluxo dramático par um filme tão longo. E, no final, o filme acaba não sendo tipicamente hollywoodiano mas é, sim, chatinho e bem chorumelas. Não gosto de filme que fica dando “lições de vida”.
(conta mais, vai…)

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Direção: David Jacobson
Com: Edward Norton, Evan Rachel Wood, David Morse.
Tecnicamente, não há nada de errado com este filme que ainda não saiu por aqui (fora o fato de o bigode de Edward Norton sumir misteriosamente durante o filme). O roteiro não é ruim, apessar de não tanto original: Norton é Harlan, uma versão moderna de Cowboy do Asfalto, que vive a ilusão de que é um cowboy, mesmo vivendo no meio urbanizado. Ele acaba encontrando Evan Rachel Wood, a rebelde Tobe, que basicamente é o mesmo papel que ela fez em Aos Treze, só que um pouco mais velha. Os dois se apaixonam e o pai dela (David Morse) — um policial que cria sozinho ela e o irmão — não gosta muito da idéia e etc e tal.
O filme, ainda não lançado por aqui, não toma o rumo mais óbvio, um receio que tive desde o começo, mas também não dá nenhuma grande guinada. A atuação de Norton é competente, mas não chega a brilhar, como seria comum esperar dele. Down in the Valley basicamente fica pista do meio e não passa muito de 90 km/h. Chega a salvo no destino sem fazer feio, mas sem muita empolgação. Enfim, é um filme correto.

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Direção: Robert Altman
Com: Woody Harrelson, Tommy Lee Jones, Kevin Kline, Meryl Streep
Um elenco desses já é convidativo. Com direção de Robert Altman então, não há porque não conferir. A Última Noite é um filme engraçado e descompromissado, diferente de outros do diretor, como o clássico Short Cuts ou Pret-a-Porter, que trazem diferentes personagens e narrativas que se cruzam em algum ponto da história.
O filme é uma comédia-musical sobre a última noite de um show de rádio sobre música country. Porém, Altman introduziu no enredo um elemento inusitado que dá um tempero diferente. Mas isso fica pra quem conferir.
(conta mais, vai…)

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Direção: Jonathan Dayton, Valerie Faris
Com: Greg Kinnear, Tony Colete. Abigail Breslin
Dois diretores e um roteiristas novatos conseguiram fazer aquele que provavelmente é o melhor filme da temporada. Acabei de voltar do cinema ainda dando risadas por ver Pequena Miss Sunshine, uma comédia/road-movie com tudo que você quer: criatividade, bons atores e muitas surpresas.
Imagine a seguinte famílias cruzando os EUA numa kombi: um pai que tenta vender a fórmula do sucesso (mas que é um evidente fracassado), um avô que há muito mandou às favas qualquer preocupação com etiqueta social, um filho fanático por Nietzsche que fez voto de silêncio, e uma mãe que não consegue largar o cigarro e tenta segurar a família de pé. Todos levando a pequena — e um tanto — barriguda Oliver, a filha mais nova, para a competição Miss Sunshine.
As situações variam entre o dramático, constrangedor e hilariante de forma magnífica e culmina em êxtase total. Para se ter uma idéia, ao sair da sala de exibição en quanto os créditos ainda rolavam, vi um cara sentando sozinho numa poltrona se contorcendo de rir. Ele, como todos que estavam lá, parecem ter adorado.

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Direção: Lars Von Trier
Com: Danny Glover, Willem Dafoe, Bryce Dallas Howard
Bom, se eu dei cinco estrelas para Dogville e Manderlay é ainda melhor, devo dizer que eu gostei? No segundo filme da trilogia sobre os EUA, Lars Von Trier se superou. Manderlay é ainda melhor que seu antecessor, muito embora a fórmula seja a mesma: nada de cenários, apenas as marcações no chão. Desta vez sai Nicole Kidman e entra Bryce Dallas Howard no papel de Grace, que depois de deixar a cidade de Dogville está viajando com seu pai (Dafoe), um ganster americano fodão, e vê um escravo prestes a ser punido (a escravidão havia sido abolida 70 anos antes) e resolve meter o bedelho. Daí em diante começam as reviravoltas na pequena cidade de Manderlay.
Mais uma vez, Von Trier mostra como a elite, com seu conceito de “liberdade” e “democracia”, tenta “melhorar” a vida da plebe rude, mas acaba tonando tudo ainda mais tortuoso. Recheado de alegorias sobre o sistema global moderno e o imperialismo, Manderlay é uma obra-prima e um prato cheio para quem gosta de cinema com conteúdo e sem cenários.
Estou agora aguardando Wasington, o terceiro filme, ansiosamente.

Rating: 




Direção: Lars Von Trier
Com: Nicole Kidman, James Caan e Lauren Bacall
Os filmes de Lars Von Trier costumam ser tão bom que por aqui a mocada que traduz os títulos para o mercado nacional nem têm coragem de mudar o nome de suas obras. Caso contrário Dogville saíria algo como “Cachorros Me Mordam”.
Quem ainda não viu Dogville, pare tudo o que está fazendo e corrapara a locadora de DVDs mais próxima. É sensacional. O primeiro impulso é achar que um filme em que o cenário são apenas marcações no chão indicando as ruas, o cachorro e as casas será uma apenas um teatro filmado e mais um filme pretencioso. Mas o dinamarquês Lars Von Trier (não se preocupe, o filme é em inglês) é garantia de que não veremos apenas um filme “cabeça” (mas não dá para mentir: é beeeeem cabeça).
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Direção: Danny Boyle
com: Alex Etel, Lewis McGibbon, James Nesbitt
IHHHHHHHHH, Natal tá chegando! Preparem-se ! Lá vem a enxurrada de filmes, episódios de seriados, especiais de TV, comerciais e capítulos de novela cheios de neve, sinos, familias reunidas em volta da mesa, peru, tender, Papais Noéis mulatos em frente as lojas da 25 de Março com aquela mancha de suor debaixo do braço e um puta bafo de cachaça! O de sempre. Acho que o ultimo filme que vi sobre o tema que eu curti foi Uma História de Natal. Faz teeeeempo! Bom, esqueçam tudo isso e assistam Caiu do céu! Sério, vai sem medo!
Será? Um conto Natalino de Danny Boyle de Cova Rasa e Trainspotting? É isso aí! O pior é que a premissa (tipo… ah! Tá tudo lindo? Joga uma mala de dinheiro ali no meio prá você ver o que acontece!) é até parecida com Cova Rasa. Ladrões fazem um roubo genial mas perdem uma das sacolas entupida de dinheiro, que cai na cabeça (literalmente!) de Damian (Alex Etel), um garoto de 7 anos que perdeu a mãe recentemente. O que fazer com essa grana? Ah! Um detalhe! Faltam 7 dias para a mudança da moeda para o Euro, ou seja, o tempo é curto. Seu irmão, um mini capitalista selvagem, já tem vários planos para a fortuna. Damian também tem, ajudar quem precisa.

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Até compreendo toda a bilheteria que esse filme teve. O massacre do Carandiru é um fato marcante, emblemático e triste da história brasileira . É importante haver filmes que cutucam feridas abertas. Além disso, é claro, o livro Estação Carandiru de Dráusio Varela é um best seller belíssimo, e, inclusive, foi por causa dele que quis ver o filme (como muitas outras pessoas, imagino).
Por outro lado, concordo em parte com a imprensa francesa que meteu o pau em Carandiru, que achou o filme primário. Não sei se “primário” é o termo correto, já que Babenco não é um diretor qualquer (ou é?). Mas senti que, de modo geral, ele errou muito a mão. Alguns atores ruins ou mal dirigidos e muitos diálogos forçados ou piegas me incomodaram a ponto de me ouvir balbuciar religiosamente “ai meus Deus” ocasionalmente, quando pensava estar vendo um daqueles filmes da década de 70, em que os atores atuam como se estivessem num teatro e não num filme. O Dráusio do filme está especialmente ruim, tentando imitar a simpatia natural do Dráusio da vida real. Muito exagerado. Dá aquele sorriso simpático mesmo depois de ouvir as histórias mais escabrosas de algum detento. No fundo parece que o personagem está impassível perante a realidade, uma ofensa ao Dráusio.
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Direção: Sofia Coppola (Virgens Suicidas)
Com: Bill Murray, Scarlett Johansson
Na época de lançamento desse filme, a Joana, minha amiga que estava grávida na época, perguntou-me se eu havia visto Encontros e Desencontros, que ironicamente tem como título original Lost in Translation, o que é praticamente uma crítica implícita às péssimas traduções brasileiras para nomes de filmes estrangeiros.
Quando Virgens Suicidas saiu, houve muito fuzuê em cima do nome de Sofia Coppola, que, além de diretora de ambos os filmes, é filha de Francis Ford Coppola. Na verdade, acho que os dois trabalhos são bem semelhantes, não em termos de história, mas em sua pretensão.
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Direção: Peter Kosminsky
Com: Michelle Pfeiffer, Renee Zellweger, Alison Lohman
Deixe-me Viver e mais um filme com a bela Alison Lohman, que comentei no texto sobre Os Vigarista. Mas nesse filme, anterior ao de Ridley Scott, ela faz Astrid, a filha de Michelle Pfeiffer, uma conhecida poeta libertária que acaba na prisão. O filme acompanha o amadureciemento de Astrid em 10 anos longe da mãe, período em que passa por diferentes experiência e lares. A atuação de Alison Lohman e como ela consegue se passar de adolescente a uma mulher mais madura impressiona bastante. Michele Pfeiffer, com seu 40 e tantos anos, continua deslumbrante e aparenta ser mais jovem do que Renee Zellweger, que também está no filme. Em suma, um filme com tantas mulheres bonitas não pode ser tão ruim. E, de fato, achei um filme bom.

Rating: 




Direção: Ridley Scott (Blade Runner)
Com: Nicholas Cage, Sam Rockweel, Alison Lohman
Desde Blade Runner, Ridley Scott não faz nada que tenha me impressionado muito. Minto. Ele me apresentou Alison Lohman. Sei que não foi (só) a beleza que me fez apaixonar por essa atriz, que também estrela em Peixe Grande. A primeira vez reparei nela foi nesse filme, em que ela faz a adolescente Angela, que Roy Waller (Nicholas Cage), uma obsessivo-compulsivo e trapaceiro profissional, descobre ser sua filha. Só depois, assistindo outro filme de Lohman, Deixe-me Viver, é que descobri que ela tinha dez anos a mais do que aparentava no filme. E, essa descoberta me fez sentir menos pedófilo.
Sam Rockweel, um grande ator, faz o paceiro de picaretagens de Cage (que também está muito bem) e é outro ponto favorável do filme. Infelizmente, a trama é razoavelmente previsível, o que realmente faz a gente brochar do meio pro final. O que é uma pena, pois até então tudo vai bem.
Enfim, não se fazem mais finais surpreendentes com antigamente.

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Mais do que um retrato do que era a “vida” (e enfatizo as aspas) no Carandiru, o documentário O Prisioneiro da Grade de Ferro é um belo resumo do Brasil. O diretor Paulo Sacramento e os detentos — que capturaram muitas das imagens — expõem como o Estado acaba punindo criminosos (que, em sua maioria, são apenas negros e mestiços pobres e sem perspectivas) com um crime ainda maior: isolar o infrator em um ambiente que só reafirma o descaso social e que apenas confirma a percepção empírica de que não há justiça social no Brasil. Não importa o crime cometido, pois a sentença cruel é a mesma para todos.
O filme é contundente, necessário e uma violência contra à nossa postura acomodada em relação ao assunto.

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Direção: Cameron Crowe
Com: Kate Hudson, Jason Lee, Francis McDormand, Philip Seymour Hoffman
Pensando como obra cinematográfica no sentido de “filme clássico”, Quase Famosos não chega a ser uma obra-prima, mas isso não impede de ser um dos meus filmes favoritos. Quase Famosos é sobre os bastidores da época áurea do rock — os anos 70 — e sobre os fãs que faziam tudo por uma banda, com a visão de quem participou desses dois lados. Ele foi concebido como uma espécie de autobiografia de Cameron Crowe (o diretor), que ainda na puberdade acabou virando um jornalista de rock, acompanhado de perto bandas da época, em especial Led Zeppelin.
No filme, Cameron é William Miller que, ao 16 anos, é escalado pela Rolling Stone para acompanhar a turnê e escrever sobre a proeminente banda Stillwater. O incocente William de repente se vê no meio do mundo da alta roda do rock e das groupies, para a infelicidade de sua mãe (a genial Francis McDormand), uma mulher capaz de impor respeito a Hittler.
(conta mais, vai…)

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Direção: David McNally
com: Piper Perabo, John Goodman, Izabella Miko
Sinopse: Garçonetes dançam em cima do balcão atrapalhando a clientela.
Não percam!!!!

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Direção: Daniel Burman
Pra começo de conversa é um filme argentino. O que garante um certo patamar de qualidade nos tempos recentes. Ganhou até umas duas cositas em Berlin (melhor ator e grande prêmio do juri). Bons atores, situações realistas, texto interessante. Paranóias judaicas em uma galeria comercial fuleira em Buenos Aires. Tem fuga de judeus, sim, mas para o outro lado. O pai vai para Israel e deixa para trás o bebê recém-nascido e a mãe.
Tem dois momentos mais para o final que o filme dá umas pisadas feias no tomate. Mas de um modo geral é um filme interessante. É difícil escapar totalmente da pieguice em um tema como este.